O som da festa — a música, as risadas, o brilho feliz — desintegrou-se em um instante, sugado por um vácuo de horror silencioso. O ar, antes quente e doce com o cheiro de jasmim noturno, ficou gélido e pesado.
Matheus não se moveu. Não respirou. O nome "Luna" ficou pairando entre eles, um fantasma materializado que arrancou toda a cor do seu rosto, toda a luz dos seus olhos. Por uma fração de segundo eterna, ele foi apenas um vulto, um homem cujos alicerces internos haviam desmoronado de um só