Mundo de ficçãoIniciar sessãoAslı é uma jovem viúva marcada pela dor da perda. Vivendo de forma simples no quintal da casa de seu único irmão, ela dedica cada instante da sua vida à filha pequena, Şymal, fruto de um amor interrompido por um trágico acidente de carro. Apesar das dificuldades, Aslı segue firme, guiada pela esperança e por um coração que ainda acredita no amor. Volkan Nejat é um advogado respeitado, herdeiro de uma das famílias mais poderosas da região. Filho mais velho de Aslan Nejat, um homem frio e autoritário que governa a família com mão de ferro, Volkan carrega o peso de um passado doloroso. Viúvo há anos, ele vive na imponente mansão dos Nejat ao lado dos pais, da irmã Zeynep e do filho, preso a tradições e expectativas que nunca escolheu. Em uma manhã inesperada, o destino entrelaça duas vidas tão diferentes quanto feridas. Um encontro casual transforma-se em um laço profundo e arrebatador. Entre olhares contidos e sentimentos proibidos, Aslı e Volkan se veem envolvidos por um amor intenso — um amor que desafia classes sociais, convenções familiares e feridas ainda abertas. Mas Volkan esconde um segredo sombrio, capaz de abalar não apenas esse romance, mas toda a estrutura da família Nejat. Quando intrigas, mentiras e a implacável honra familiar entram em cena, o amor será colocado à prova. Será que Aslı e Volkan conseguirão lutar contra o destino, ou estarão condenados a repetir a dor do passado?
Ler mais— Mamãe, acorda, ou eu vou chegar atrasada.
Aslı levantou assustada com a filha chamando por ela.
Sua pequena Şymal, naquele dia, tinha uma apresentação na escola, e Aslı foi dormir tarde enfeitando os docinhos que ela levaria para a comemoração.
A jovem encontrou sua pequena princesa já arrumada, com o uniforme da escola e o cabelo preso em um rabo de cavalo.
Sua menina estava com quase 10 anos, e muitas vezes mãe e filha eram confundidas como irmãs.
Aslı engravidou aos 15 anos e ficou viúva aos 18.
E agora, quase 7 anos depois de perder o esposo em um acidente, a única coisa importante na vida da mulher era sua filha.
Aslı morava numa pequena casa de quatro cômodos no quintal da casa do irmão.
Omer era comissário de polícia; Elif era dona de uma pequena padaria próxima ao bairro em que moravam.
Aslı ajudava a cunhada durante o dia e, aos finais de semana, trabalhava com encomendas para festas e reuniões.
— Filha, vou tomar um banho rápido e, em 10 minutos, estamos saindo.
A mulher saiu apressada, enquanto a filha foi para a cozinha terminar de arrumar os doces nas caixas.
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Volkan Nejat é um dos advogados mais importantes do país, filho mais velho de Aslan Nejat e Hülya Nejat, e tinha uma irmã mais nova chamada Zeynep.
O dia tinha amanhecido nublado, e talvez isso fosse um presságio de que as coisas em breve estariam piores.
Na noite anterior, Volkan e Cansu, a noiva do advogado, tinham discutido novamente, e o homem tentou terminar o noivado com ela, mas a mulher teve um surto e acabou indo parar no hospital.
Volkan estava com 37 anos, uma noiva que ele não amava, presidente de um dos maiores — ou senão o maior — escritório de advocacia da Turquia. Tinha tudo que um homem desejava, mas o principal ele guardava dentro de si.
Depois que sua amada Layla faleceu, sete anos atrás, deixando o marido e o pequeno Yiğit para trás, a vida de Volkan se resumia a trabalhar e cuidar do filho.
Quando perdeu a esposa, Yiğit era apenas um bebê e, por sorte, não estava com a mãe no carro quando ele foi atingido por um caminhão.
Quando Yiğit completou cinco anos, o pai exigiu que o filho se casasse, já que um homem como ele não deveria ficar solteiro por muito tempo.
Cansu tinha retornado de Londres. Ela era irmã mais nova da esposa de seu sócio, Cemil, que, junto com Volkan e Demir, o primo do homem, trabalhavam juntos.
Cemil era filho único de Emir, o amigo do pai de Volkan.
Demir era órfão de pais e foi morar na mesma casa que Volkan aos 15 anos.
O advogado terminava de se vestir quando alguém bateu na porta.
— Entre!
Volkan se virou e encontrou seu Yiğit vestido para a escola, com seu lindo sorriso no rosto.
— Bom dia, papai! Esperei pelo senhor ontem à noite, mas a tia Zeyno disse que o senhor chegaria tarde em casa, então fui dormir.
— Venha aqui, meu pequeno leão.
Volkan amava o filho; o menino era a coisa mais importante de sua vida. Yiğit era seu mundo e, por ele, o homem aceitou um novo casamento, apenas para que o filho não crescesse sem mãe.
— Sua tia Cansu teve um problema, e fui com ela até o médico, mas está tudo bem, meu leão. Hoje vou te levar para a escola. Sua tia Zeyno vai te buscar, porque vou ter um almoço de negócios e só volto para casa à noite.
— Tudo bem, papai. Eu vou pedir para a tia me ajudar a montar o quebra-cabeça que a vovó comprou para mim.
Volkan pegou seu paletó e vestiu, conferiu a carteira e guardou o celular no bolso.
Olhou a hora no relógio e viu que tinha tempo até o horário da escola do filho.
De mãos dadas, pai e filho desceram juntos para o café da manhã.
*****
Aslı dirigia com cuidado; o carro velho da jovem precisava de alguns reparos, mas o dinheiro estava curto, e Aslı não queria pedir ajuda ao irmão.
Mesmo Elif sendo boa com a moça, Aslı achava que abusava da boa vontade da cunhada.
— Mãe, nem acredito que a apresentação será hoje. Eu treinei tanto para esse dia, e a senhora sabia que vamos receber amiguinhos de uma escola particular? Espero que os amiguinhos sejam tão legais como os da minha escola.
Aslı, com cuidado, estacionou na entrada da escola e saiu do carro, ajudando a filha com as caixas e a bolsa.
Mãe e filha foram até a sala da menina, e Aslı então entregou as coisas para a professora, que agradeceu pelos doces e bolos.
Elif tinha preparado bolos para a sobrinha levar também, e Şymal estava feliz por ter ajudado de alguma forma.
— Mamãe, a senhora pode ir agora. Quando chegar em casa, eu conto tudo.
A menina abraçou a mãe e deu um beijo em seu rosto.
Aslı se emocionava a cada demonstração de carinho da filha. Por Şymal, Aslı faria qualquer coisa.
— Que tudo ocorra bem, meu amor. Estarei na padaria torcendo por você.
Saiu, despedindo-se da filha e da professora, seguindo para o trabalho.
******
Volkan ajudou Yiğit com sua bolsa e o levou até a entrada.
O café da manhã com os pais foi desagradável: de um lado, sua mãe tentando controlar as farpas; do outro, o pai lembrando que ele e Cansu deveriam se casar para que a sociedade continuasse em família.
Aslan Nejat nunca tinha aceitado a nora por ser de família humilde e por não ter família, além da mãe, que era doente e que, dois anos depois da morte da filha, acabou morrendo.
Yiğit estava alegre porque visitaria uma nova escola pública naquele dia.
O menino não gostava que o pai o levasse até a sala, já que, para ele, já estava grande. Yiğit dizia que em breve faria oito anos e que já era um rapazinho.
— Meu leão, que você faça novas amizades hoje e conheça novos amiguinhos. Sua tia vem te buscar; eu avisei a ela o endereço e o horário em que você vai sair. Qualquer coisa, me avise. O celular está com a bateria cheia, e o meu número é o primeiro da agenda.
— Tudo bem, papai. Eu vou me cuidar, e agora pode ir para o escritório.
O menino deu um abraço no pai e, com orgulho, seguiu sozinho para a sala.
Ali deixou a namorada em casa e o casal aproveitou para namorar um pouco antes dela entrar.Omer estava de plantão e o casal aproveitou o resto do dia entre o apartamento do comissário e o jantar na banca de Murat.— Eu esqueci de ligar meu celular. Pela hora acho que nosso casal de recém-casados já chegou em Berlim.Zeyno ligou o celular e ao ir até às mensagens, viu o recado da cunhada e as fotos.— Que fofo a cunhada e meu irmão no avião — Zeynep mostrou as fotos para Ali e ele viu a felicidade do casal através das fotos.Zeynep ouviu a mensagem que Aslı havia deixado e respondeu que estava tudo tranquilo, porém, omitiu a saída com Ali por medo do irmão acabar ouvindo.— Eu não vou ligar agora porque eles devem estar cansados, mas amanhã eu faço vídeo chamada com as crianças antes de saírem para passear. Agora preciso entrar, tenho que ver como meus sobrinhos estão e vou conversar com a mamãe essa semana, marcamos o jantar e te apresento para eles como meu namorado.— Não vejo a ho
O voo para Berlim foi tranquilo e Aslı ficou mais calma depois que o marido a tranquilizou.Ela estava nervosa por estar indo para outro país quando achava que sua lua de mel seria em uma das cidades da Turquia.Volkan comprou o voo direto e Aslı se sentiu relaxada na primeira classe.O avião pousou no início da noite e o carro alugado já esperava pelo casal. Como Zeynep havia falado para a cunhada sobre as malas, Aslı agradeceu no final por acabar levando pouca coisa.Aslı esperava pelo marido enquanto Volkan assinava a papelada do aluguel do veículo, o casal ficaria no país por 5 dias, a próxima parada seria a França e por último Itália, mas Aslı só iria descobrir a cada embarque.— Senhor Nejat, as chaves do carro, o documento para o senhor transitar pelas ruas de Berlim e nosso automóvel tem um GPS atualizado.— Obrigado, senhorita. Conheço a cidade e tenho certeza de que minha esposa vai amar tudo.A jovem desejou uma ótima estadia no país e Volkan agradeceu novamente pelo atendi
Zeynep brincava com os sobrinhos no jardim, enquanto os pais liam o jornal e a jovem esperava a resposta do namorado sobre o encontro daquela noite.Pediria para a babá ficar com as crianças, assim ela e Ali poderiam aproveitar um tempo juntos e conversarem sobre o namoro. Contariam primeiro com os pais dela e quando Volkan voltasse, ela se entenderia com o irmão.— Filha, o que você olha nesse celular? —Hülya perguntou.— Nada, mãe. Estava só organizando as fotos que tirei ontem no casamento.— Será que seu irmão e sua cunhada já embarcaram?Zeynep viu a hora no relógio e respondeu que ainda não, mas pelo horário estavam se preparando para sair do hotel.—Eles vão almoçar no aeroporto e o voo vai sair às 2 da tarde, eu acho. Vou chamar Şymal e Yiğit pra tomar banho e trocar de roupa, já que o tempo está quente e os dois brincaram demais.**Aslı escovava os cabelos, enquanto o marido esperava por ela.As malas estavam prontas e eles ainda tinham algum tempo até a hora da viagem.O ad
Aslı gemia com os beijos dele no seu rosto, descendo até o pescoço e chegando aos seios dela, a língua molhada já estava começando a fazer sua mágica. A barba dele causava arrepios em seu corpo, Aslı deslizou a mão para dentro da calça dele e percebeu que o esposo não usava nada quando acariciou o membro dele, ouviu o seu gemido quando apertou o membro na sua mão e começou a massagear lentamente, sabia que isso fazia com ele que perdesse a cabeça em pouco tempo.Volkan a puxou para um beijo e com cuidado a deitou na enorme cama, subiu por cima dela e prendeu o corpo dela na cama com o seu. Aslı continuava acariciando o membro do esposo e puxou a calça dele, que por sua vez, jogou no canto do quarto, a ânsia para se livrar de toda a roupa era enorme.Volkan foi beijando um seio sob a renda da camisola e desfez o laço, puxando o tecido e deixando a esposa apenas com a calcinha minúscula.Aslı estava com os seios sensíveis com os toques do marido. Volkan beijava um e massageava o outro,





Último capítulo