O zumbido branco da UTI tinha se transformado em um ritmo mecânico e hipnótico: o bip… bip… bip… constante do monitor cardíaco de Ian, a máscara de oxigênio sibilando suavemente, o gotejar silencioso dos soros e analgésicos. Ele estava estável. Sedado. Fora do perigo iminente, mas mergulhado em um sono químico profundo que o afastava do mundo, e dela.
Olívia estava sentada na cadeira rígida ao lado da cama, sua mão envolvendo a dele, que estava fria e inerte. Léo, exausto, dormia em um pequeno