O vento uivava entre os túmulos como um coro de almas perdidas, encurralando Olívia enquanto ela tropeçava no chão encharcado. Cada passo era uma agonia; não apenas pela terra que grudava em seus saltos, mas pelo peso da culpa que finalmente a alcançara. Seu vestido negro, apropriado para um funeral, agora parecia uma premonição de seu próprio luto interior.
Ela corria, mas sabia que não havia escapatória. As palavras de Alexander ecoavam em sua mente, uma sentença cruel: Léo Belmonte Moretti.