À mercê

Saulo Prado

Eu não sabia até onde o controle permitiria, e quando segurei a sua nuca, fodendo a sua garganta, ela não suportou, seus olhos estavam vermelhos, lacrimenjantes, eu já estava mais que molhado pela saliva dela, até que começou a tossi, eu mal tinha chegado a garganta.

Angelina se afastou dois passos. Me olhou de baixo negando. — Isso não é para mim. — Disse com a voz embargada, me deixando puto da vida, porque eu queria gozar na boca dela, no rosto, nela inteira.

— Desculpa, Saulo, m
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