Que morresse engasgada!

Saulo Prado

Eu não aguentava mais nada.

Depois do que Angelina fez comigo depois de ser sugado, consumido, devorado, tentei tomar café, tentei ler, tentei pensar em qualquer outra coisa. Mas meu corpo implorava por descanso. Enrolei até a cama e apaguei. Um sono pesado, exausto, rendido.

Acordei no meio da tarde, zonzo, fraco, como se tivesse atravessado uma febre. Peguei o celular esperando encontrar dezenas mensagens, mas dela só havia apenas uma uma única e curta mensagem dela: “Obrigada pel
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