Angelina Da Costa
O domingo parecia saído de um sonho bom. Um daqueles em que a gente não quer acordar. Eu e Saulo tínhamos ido ao cinema, após termos brigado na sexta-feira, e mesmo que eu me sentisse um pouco deslocada com a idade, o medo das pessoas nos olhar e as perguntas que sempre machucaria, ele segurou minha mão como se estivesse comigo por completo, sem se importar com o que eu tinha ou deixava de ter.
Assistimos ao filme rindo baixo, nos olhando em silêncio, dividindo uma pipoca eno