Narrado por Zeus Marino
Ela disse “me casa”, e eu soube, ali, que não haveria mais fuga. Não de mim, não dela. O mundo que eu conhecia, o império de ferro e estratégia, tinha acabado de se curvar a algo que eu não podia prever: o amor.
Levei-a até o quarto. Sem pressa. Como se cada passo fosse um compromisso silencioso. Nada era vulgar ali — nem mesmo o desejo. O que havia era urgência sagrada, como se o mundo lá fora esperasse por esse ritual para mudar a própria órbita.
Ela se sentou na beira