CAPÍTULO 132.
Assim que chego na mansão, sou recepcionado por risos abafados vindo da cozinha. As mulheres — minha mãe, minhas cunhada, da minha avó e minha irmã — estão lá, mexendo panelas como se fosse um domingo qualquer. Elas riem entre si, trocando piadas internas e sorrisos melosos que me soaram naturais. A cozinha inteira cheira a manjericão, alho e ostentação familiar. Tudo muito perfumado, muito íntimo, muito natural.
No outro extremo da casa, ouço os gritos dos homens vibrando pela sala de estar.