CAPÍTULO 189.
Darína.
Quanto mais vou recuperando do ferimento, mais me torno consciente do corpo de Eli, todas as noites. Meu corpo começa a dar respostas biológicas aos seus toques, carinhos que tentam afagar minhas dores.
Sua respiração quente, seu corpo. Suas mãos em minha barriga, abaixo dos meus seios.
Para mim, está sendo difícil não ter pensar em sexo quando ele está me tocando assim.
Mas, ai eu lembro que ele é um grande filho da puta. Que quase me deixou morrer.
Mas, eu sinto suas mãos fazendo carinho em minha pernas, minhas coxas, meus braços. São toques simples. Ele não tentou nada, nem insinuou nada, mas minha mente. Minha mente.
Uma vez dormi, e acordei com minha bunda empinada em seus colo. Senti sua protuberância, mas não ele não fez nada, e acordou como se nada fosse.
As vezes em meio ao sono, eu me esfrego contra seu corpo, contra sua protuberância e algum momento, talvez por delírio sinto suas mãos agarrando minha cintura com força, o lado que não esta ferido. Ou suas mãos em m