CAPÍTULO 131.
Eliyahu Prokhorov.
Depois que termino de almoçar com minha família, empurro o prato para longe como se aquilo tudo tivesse um gosto de papel molhado. Sorrio para minha mãe, beijo a testa da minha mãe e da minha avó. Ninguém me pergunta nada. Eles sabem que quando eu levanto assim, de repente, é porque algo está em ebulição dentro de mim. Algo que não pode esperar.
Pego meu Bugatti — pintura preta fosca, janelas blindadas, motor que ronrona como fera prestes a morder — e saio da mansão sem olhar