A neve já começava a derreter quando Adam empurrou a porta de madeira maciça da nova casa. O som das dobradiças rangendo soava como uma respiração profunda de alívio. Ele entrou devagar, observando o teto baixo, as janelas pequenas, as pedras antigas e vivas como guardiãs silenciosas.
Ana cruzou a entrada logo atrás, os braços em torno do próprio ventre, agora pesado com o filho que carregava. Seus olhos brilharam ao encontrar a lareira ao centro, o pomar espiando pela janela de vidro embaçado,