Adam e Ana chegaram a uma pequena vila no sopé das montanhas. Casas simples, gente que não fazia perguntas, que conhecia o valor do silêncio. Ali, encontraram abrigo em uma cabana isolada, cercada por pinheiros antigos e neve.
A cabana tinha cheiro de madeira e fumaça. Uma lareira, uma cama de casal, um fogão a lenha. Nada mais. Mas para eles, era o paraíso.
— Aqui. — Disse Adam, os braços ao redor de Ana. — Aqui vamos recomeçar.
Os dias se tornaram rotina de esperança. Adam caçava, Ana cuidava