O mundo não explodiu em luz.
Não houve trombetas. Nem chuva de pétalas douradas. Nem um coro celestial cantando a salvação.
Houve apenas silêncio.
E depois… o som do vento soprando por entre os galhos da árvore dourada.
Ana foi a primeira a acordar. Seus olhos se abriram devagar, como se temesse descobrir que tudo havia sido sonho. Mas ao seu redor, os corpos dos que amava permaneciam. Vivos. Respiração calma. Pele quente.
Ela se levantou e caminhou até a beira da colina.
E então… chorou.
Mas n