A brisa da manhã trouxe um frio cortante que não combinava com o calor da noite anterior. Ana acordou primeiro, sentindo a ausência do corpo de Adam ao seu lado. Enrolou-se em um cobertor e caminhou até a porta da cabana. Ele estava lá fora, de costas para ela, encarando o símbolo marcado na árvore. O rosto tenso, a mandíbula cerrada.
— O que significa isso? — ela perguntou, aproximando-se.
Adam demorou alguns segundos para responder.
— É um círculo de comando. Antigo. Costumava ser usado por H