Ana agarrou o punho da inimiga e o torceu, forçando a faca a cair. Mas a sombra era forte, ágil, treinada como um fantasma assassino. Empurrou Ana contra a parede, arrancando-lhe um grunhido de dor.
— Você roubou tudo de mim! — gritou ela. — A infância! O nome! O amor da nossa mãe!
— Eu não escolhi isso! — retrucou Ana, empurrando-a com um chute no estômago.
A sombra caiu, mas se ergueu tão rápido quanto um animal selvagem. O rosto agora deformado pela raiva, o sangue escorrendo do lábio partid