Mundo ficciónIniciar sesiónO ar úmido e frio da passagem subterrânea grudava na pele como um pano molhado. As paredes de pedra, irregulares, absorviam a pouca luz que vinha da lanterna pendurada no meu pescoço, e o som dos meus passos era engolido pelo silêncio espesso.
O corredor estreito se abria, enfim, para uma sala maior, de teto baixo e abóbada em pedra. Ali, o cheiro de mofo se misturava a algo mais denso: madeira velha, couro gasto e ferro oxidado. No centro, um baú preto, largo, com ferra






