O mundo se reduziu ao contato frio do metal contra meus pulsos, à pressão humilhante das minhas próprias algemas mordendo minha pele, e ao calor do corpo dela pairando sobre mim. Seu sussurro no meu ouvido era um veneno doce, e por um segundo, a fúria foi engolfada por uma onda de puro desejo.
— Elysa! — gemi, tentando forçar meus braços, sentindo as juntas protestarem. A mesa não cedia. — Você não vai sair daqui. Essa sala tem câmeras. Tem gente atrás daquele vidro.
Elysa recuou o suficiente