Mundo ficciónIniciar sesiónA luz da manhã filtrou-se pelas frestas das cortinas grossas, listras de ouro pousadas sobre o caos silencioso do meu quarto. A primeira sensação foi o peso do braço de Leo sobre minha cintura, firme, possessivo mesmo no sono. A segunda foi a dor agradável nos músculos, um eco profundo e inegável da noite anterior. Um tremor percorreu-me, metade memória do êxtase imposto, metade frio do ar matinal. Tinha dormido pouco, atormentada pela culpa e por uma posse recém-descoberta que me assustava e







