Desde o vínculo, algo havia mudado.
Isadora podia sentir Cael dentro dela. Não apenas como uma lembrança ou uma emoção — mas como um pulsar. Uma vibração constante, quase imperceptível, que corria sob sua pele. Às vezes, era calor. Às vezes, era uma inquietação. Às vezes, era desejo.
E ela sabia que ele sentia o mesmo.
Naquela noite, o quarto parecia um campo energético. Nenhum dos dois ousava se aproximar do outro. Estavam ali, sentados em silêncio — separados por um espaço que parecia arder.