O silêncio após a partida de Selene parecia mais pesado que a própria torre. Nenhum som de ave, de vento, nem mesmo o estalar das pedras antigas. Do lado de fora, a névoa lilás começava a se dissipar, dando lugar a um céu cinzento que ameaçava desabar.
Isadora ainda sentia a vibração da marca no ombro. Era como se Selene tivesse deixado algo para trás — uma conexão invisível, pulsando dentro dela.
— Ela falou sério, não é? — sussurrou Isadora, olhando para Azrael. — O Conselho vai nos caçar.
Az