O silêncio entre eles era espesso, como se o ar estivesse esperando algo.
Cael ainda estava ajoelhado, os olhos marejados, a respiração trêmula. A marca no ombro de Isadora pulsava em sincronia com a dele, como se os dois compartilhassem agora o mesmo feitiço. Ele estendeu a mão, mas hesitou a centímetros da pele dela.
— Você… viu? — sussurrou ela, sem conseguir conter a rouquidão na própria voz.
Ele assentiu, engolindo seco.
— Eu senti você ser puxada. Vi o santuário. Selene. E… o sangue. O me