Desde o vínculo, algo havia mudado.
Isadora podia senti-lo — não apenas como uma lembrança, uma emoção ou um nome ecoando no fundo da mente. Cael pulsava dentro dela. Uma vibração sutil, constante, como uma eletricidade morna que corria sob sua pele. Às vezes era apenas um calor inesperado subindo pela espinha. Outras vezes, era um silêncio cheio de expectativa, como se o próprio ar soubesse que algo estava prestes a acontecer.
E acontecia. Em sonhos. Em toques acidentais. Em olhares que demora