O céu não amanheceu.
Ainda era madrugada quando Cael e Isadora deixaram a casa, mas o tempo havia se curvado ao redor deles, como se o mundo recusasse seguir seu curso natural. A cidade parecia suspensa em um instante que não pertencia a mais ninguém. Nem carros, nem passos, nem o canto dos pássaros. Apenas silêncio. E o peso do que os aguardava.
— Estamos sendo observados — disse Cael, enquanto atravessavam a ponte enferrujada que levava ao campo esquecido.
Isadora não respondeu. O som dos pró