O sol ainda não havia rompido totalmente o céu. A casa estava quieta, o quarto morno. O corpo de Isadora repousava sobre o de Cael, e ele a observava como se estivesse tentando memorizar o que não poderia mais esquecer.
Ela dormia. Serena. Linda. Mortal.
E ele… não sabia mais o que era.
Desde o instante em que a tocou — em que permitiu que o desejo tomasse forma — algo dentro dele tinha se quebrado. Ou talvez nascido. Sentia o peito mais pesado, os sentidos mais vivos. O corpo, pela primeira ve