O toque de Cael foi um rompimento. Do céu, do corpo, do que ele era — ou fingia ser.
Seus dedos pousaram na pele de Isadora como quem pede permissão e, ao mesmo tempo, como quem já pertence. Um toque que não era casto. Era contido, sim — mas apenas por um fio. E esse fio começava a arrebentar.
Isadora sentiu o arrepio subir da base da nuca até os tornozelos. Cael parecia quente demais para um corpo só. A palma dele percorreu devagar a lateral do rosto dela, desceu pelo pescoço, com a mesma reve