Isadora não conseguia respirar.
A sala parecia menor, o ar mais denso. Cael estava parado à frente dela, os punhos cerrados, os olhos fixos em algo no ombro nu dela. Ele não falava. Nem se movia. Apenas olhava.
Ela tentou tocar o próprio ombro, mas ele segurou sua mão com firmeza, quase com fúria.
— Desde quando você tem isso?
— O quê?
— A marca, Isadora.
Ela franziu a testa, confusa.
— Que marca?
Ele deu um passo para o lado, puxando-a com delicadeza forçada até o espelho da sala. Virou o corp