O mundo parecia outro ao amanhecer.
A floresta estava mais quieta.
Não era silêncio natural — era ausência. Como se os próprios animais tivessem fugido da energia que agora os cercava.
Selena acordou primeiro.
A pele ainda ardia.
Não como febre, mas como fome.
O Elo.
Ele pulsava por dentro, pressionando seus ossos, seu sexo, sua garganta. Uma urgência viva. Selvagem.
E, ao lado, Rurik dormia como uma fera prestes a despertar.
Sem camisa, o corpo nu apenas coberto por sombras.
As cicatrizes nos