A floresta parecia mais escura do que antes. Como se cada árvore soubesse que algo havia sido tomado. O ar era espesso, úmido, e a própria luz do dia parecia vacilar, como se duvidasse da própria existência.
Selena avançava sozinha, sem mapa, sem descanso. Cada passo era guiado pela marca em sua mão — agora, mais viva do que o coração no peito. A runa queimava como uma bússola orgânica, apontando para o Norte. Para Kael. Para a última boca.
Mas ela sabia. Aquilo não era só um sequestro.
Era uma