As árvores se tornavam mais antigas à medida que avançavam. Troncos espessos, tortos, com a casca escura e úmida como se ainda respirassem. Havia musgo cobrindo quase tudo. E um silêncio que deixava o sangue grosso nas veias.
Selena parou e olhou para trás.
— Sente isso?
Rurik farejou o ar.
Sim. Algo ali estava errado.
Não um perigo imediato, mas uma presença. Um rastro de coisas mortas que ainda sussurravam.
— Estamos perto — disse ele. — O cheiro muda. A terra aqui fede a passado.
Ela se agac