A brisa da manhã ainda pairava no ar quando deixei o quarto. Zoe dormia profundamente, os cabelos espalhados no travesseiro como uma coroa selvagem. Saí em silêncio, sem querer acordá-la — o mundo lá fora esperava, e eu precisava falar com Gabi antes que o dia nos engolisse de novo.
Caminhei pelas trilhas úmidas do acampamento até encontrar o som de vidro e madeira vindo da cabana dela. O cheiro de ervas era quase reconfortante — quase, porque nada me confortava mais quando Zoe estava em risco.