altas, espalhando o cheiro doce das flores recém-desabrochadas e o frescor da terra molhada. O som das folhas farfalhando misturava-se às risadas das crianças correndo pela clareira, como se a floresta respirasse junto com a gente.
Sentada na varanda da casa grande, com uma xícara de chá quente entre as mãos, observei tudo aquilo com um nó doce na garganta.
Paz.
Era isso.
Não a ausência de movimento, ou o silêncio total… mas esse estado de repouso do coração. Essa certeza de que, por fim, estáv