O luar filtrava-se pelas janelas como um sussurro prateado, desenhando contornos suaves no quarto silencioso. Eu me mexi devagar, os músculos ainda cansados da última noite, mas meu peito… meu peito estava leve. Pela primeira vez em tanto tempo, leve.
Alex estava deitado de lado, o rosto virado para mim, os olhos fechados. O cabelo bagunçado, a respiração calma, o traço de um sorriso nos lábios. Aquela expressão tranquila que ele raramente deixava os outros verem. Só eu.
Só eu tinha esse Alex.