Narrado por Leonid Raskolnikov
O som dos sinos ecoava na minha cabeça como zombarias distantes.
O altar vazio.
As flores murchando antes da hora.
O silêncio daquela igreja foi mais ensurdecedor que qualquer explosão de guerra.
Zalea não veio.
Porque alguém ousou tocá-la.
Desde então, não houve sono, não houve descanso.
As paredes da mansão se tornaram tumbas de promessas falidas.
E minha alma, uma sepultura onde só havia o nome dela cravado.
Nazar… meu soldado mais leal.
Morreu com os olhos ab