Narrado por Zalea Baranov
Dione estava postada atrás de mim como uma sombra vigilante, e quando os garçons começaram a servir o vinho, ela me lançou um olhar breve, sutil — quase imperceptível, mas afiado como uma lâmina embainhada. Meu cálice foi preenchido com o líquido rubro que cintilava sob a luz das velas como sangue em cristal lapidado. Mantive meus dedos afastados da borda, enquanto os de meus irmãos e de Ivan erguiam-se em obediência ao ritual noturno.
— Não vai beber, Zalea? — a voz d