A lua cheia despontava lentamente no céu, alva e imponente, como um farol ancestral observando a nova ordem que nascia entre as árvores e as pedras da Vigília. Lia se encontrava no centro do Círculo da Lua, rodeada pelos doze membros eleitos. À sua frente, uma chama eterna ardia em uma pira sagrada, simbolizando o elo entre os vivos, os mortos e os que ainda estavam por vir.
— Hoje — começou Lia, com a voz firme e clara — nós selamos o pacto de reconstrução. Não somos mais clãs divididos por sa