O vento soprava diferente naquela manhã.
Mais úmido. Mais denso. Como se a floresta respirasse através de um véu que não pertencia àquele mundo.
Melanie estava de pé na borda do território dos Guardians, os olhos fixos nas sombras que dançavam entre as árvores. A marca em seu ombro ardia — não como fogo, mas como gelo derretendo sob a pele. Era um aviso. Um chamado. E ela sabia que não podia mais ignorar.
Desde a visão do corpo marcado com a espiral, a tensão aumentava a cada dia. Os animais de