19. Um livro emprestado
O saguão de entrada do 10º andar estava silencioso naquela manhã. Os corredores, normalmente movimentados, pareciam guardar a respiração. As reuniões ainda não haviam começado, e os passos ecoavam como sussurros pelas paredes de vidro.
Isabela aproveitava o breve intervalo entre andares. Tinha concluído a limpeza das salas de reunião antes do horário e, por cinco minutos preciosos, pôde sentar-se em um dos bancos ao lado da janela. Puxou da bolsa o livro que Mariana lhe emprestara alguns dias