A casa da minha mãe era pequena, mas cheirava a paz. Flores no jardim. Cortinas de renda. Uma mesa de madeira onde ela tomava chá todas as tardes.
Ela me abriu a porta com os olhos arregalados.
— Iza! — Ela me puxou para dentro, os braços magros apertando meu corpo. — Meu Deus, você está tão magra. Tão pálida. O que ele fez com você?
Não respondi. Só desabei.
As lágrimas vieram como uma cachoeira. Eu chorei no colo da minha mãe, como quando era criança. Chorei por Bruce. Por mim. Por tudo que Cl