A mansão estava silenciosa quando voltei. A porta da frente rangeu ao abrir. Clark estava na sala, um livro nas mãos, o olhar fixo nas páginas.
— Onde você estava? — perguntou, sem levantar os olhos.
— Na casa da minha mãe.
Ele fechou o livro devagar. Levantou o rosto. Os olhos vermelhos. Ele tinha chorado.
— Eu preciso te pedir uma coisa — falei, a voz firme, mesmo o coração disparado.
— O quê?
— Quero uma posição na sua empresa.
Clark inclinou a cabeça, confuso. Depois, devagar, um sorriso ama