A chuva caía desde o início da tarde, fina e persistente, como se o céu tivesse decidido ficar ali, a observar.
A padaria estava quase vazia. O cheiro do pão era o mesmo de sempre, mas Kai sentia tudo diferente. O forno estava desligado. As mãos moviam-se por hábito, não por vontade. O olhar perdia-se no vidro embaciado da montra, como se esperasse ver alguém surgir do outro lado.
Isla.
Ela não estava ali. E, de algum modo, ele também não.
Sofia reparou antes mesmo de falar. Viu o cansaço nos o