A palavra queimava na palma da mão de Kai. Vermelho. Não era um convite. Era uma provocação. Um fósforo atirado para o seu silêncio ensurdecedor.
Ele não foi imediatamente. Esperou três dias. Três dias de amassar raiva com a massa, de encarar o forno como se fosse o portal para um inferno pessoal. Três noites a olhar para o cartão da galeria, a palavra manuscrita a dançar à luz do candeeiro.
No quarto dia, uma quarta-feira lenta, ele fechou a padaria mais cedo. Não se arrumou. Usou jeans e uma