A oferta de Clara pairou no terraço como um véu envenenado. Era a saída perfeita. Era a armadilha final. Isla olhou para Kai, cujo rosto era uma paisagem de guerra interna. Viu a exaustão, o amor desgastado até ao osso, e um último fio de esperança teimosa.
"Eu não posso," disse Kai, a voz rouca, mas firme. "Não outra vez. Não escondido, como um criminoso. Não se for para viver a olhar por cima do ombro, Isla. Desta vez, a fuga tem de ser para a luz. Ou não será."
As palavras dele eram um ba