Depois de Tae-ho me mandar a localização onde estava morando, dirigi direto até lá. Era um prédio discreto em um bairro nobre, daqueles que têm câmeras em todos os cantos e porteiros que não fazem perguntas — desde que o dinheiro fale mais alto.
Subi os andares com o coração batendo acelerado. O ódio fervia dentro de mim, comprimido como vapor em uma caldeira prestes a explodir.
Ela abriu a porta com um sorriso.
Aquele sorriso debochado, de quem pensa que controla o jogo inteiro.
Aquilo me irrit