O sol brilhava com força naquela manhã, mas para Soo-ah, a luz parecia quase surreal. Era como se o mundo lá fora estivesse esperando por ela, congelado no tempo, e agora finalmente descongelava aos poucos, devolvendo-lhe o ar, o calor… a liberdade.
Ela deu os primeiros passos para fora do portão do presídio, vestida com roupas simples e o coração disparado. Cada batida era como um eco de tudo que suportara: os dias frios, as noites solitárias, os olhares hostis, a dor, o medo, o aperto no peit