Ele não se apresentou.
Não disse nome.
Não ofereceu contexto.
E isso…
Não era descuido.
Era poder.
Porque quem realmente controla não precisa se identificar.
Só precisa ser reconhecido.
Eu fiquei parada por um segundo a mais do que o necessário.
Não por hesitação.
Mas para medir.
O espaço.
O ritmo.
A respiração dele.
Porque naquele nível…
Tudo falava.
— Você demorou — ele disse.
A voz baixa.
Controlada.
Sem pressa.
Inclinei levemente a cabeça.
— Eu cheguei no tempo certo.
Um pequeno sorriso sur