Provar não era um gesto.
Era um conjunto de escolhas.
E eu sabia, no instante em que desliguei, que qualquer movimento dele a partir dali ia dizer mais do que qualquer promessa poderia sustentar. A noite seguiu comigo até em casa, silenciosa demais para ser confortável, e eu levei alguns segundos dentro do carro antes de sair — mãos no volante, respiração controlada, como se precisasse organizar o que vinha depois antes mesmo de entrar.
Quando finalmente abri a porta, o apartamento estava exata