A convocação não tinha endereço fixo.
Só horário.
E uma instrução simples:
“Sozinha.”
Controle.
Até no convite.
Eu não questionei.
Porque naquele nível… tudo era linguagem.
E aquilo dizia mais do que qualquer explicação.
Arthur também entendeu.
— Eu não gosto disso — ele disse.
— Não precisa gostar.
— Isso não é seguro.
— Nunca foi.
Silêncio.
Curto.
Mas carregado.
— Isso pode ser um erro — ele continuou.
Inclinei levemente a cabeça.
— Ou o único movimento certo.
— Você está indo sem proteção.
—