O portão da mansão Villamar se abriu com um rangido metálico suave, como se até o som soubesse que estava prestes a testemunhar algo importante.
Elize sentiu a rigidez tomar conta de seus ombros assim que o carro atravessou o portão.
O ar parecia mais denso ali.
Cada detalhe da fachada — o jardim milimetricamente aparado, as colunas imponentes, a porta dupla de madeira nobre — gritava elegância, mas tudo nela queria gritar de volta: “Você não pertence a este lugar.”
O salto dos sapatos ecoa