Elize ainda segurava o celular quando voltou a se sentar, meio sem saber onde apoiar o corpo.
O anel brilhava no dedo, irônico — parecia prometer uma vida nova, mas também lembrava tudo que ainda precisava ser enfrentado.
Madalena notou o semblante carregado e nem esperou que ela falasse.
Apenas arqueou uma sobrancelha, enquanto empurrava uma xícara de café na direção da amiga.
— Pela sua cara, eu diria que acabou de receber uma bomba — comentou.
Elize soltou um suspiro e passou a mã