Elize acordou no bangalô em Maldivas e, ao abrir os olhos, se deparou com o mar brilhante e azul pela janela. Virou-se para o lado, mas a cama estava vazia.
Com um suspiro, levantou-se com cuidado e caminhou até a varanda, encontrando Henrique sentado numa espreguiçadeira, o notebook aberto no colo.
— O combinado era não trazer trabalho para as férias, senhor promotor de justiça — disse ela, cruzando os braços, meio brincando, meio séria.
Ele resmungou qualquer coisa, mas antes que pudessem c